Sean Parker comemora! Com o download de músicas online e streaming crescendo cada vez mais, os famigerados CD’s já estão ficando num passado não muito distante.

Entre 2000 e 2010, as vendas em lojas físicas de música caíram 76% e,  no mesmo período, as vendas de CD’s também tiveram uma queda 50%. Enquanto isso, em janeiro de 2012, as vendas de músicas digitais atingiram 50,3%, alcançando pela primeira vez

Esse aumento pode ser explicado pelas vantagens que os digital music players trouxeram: a música se tornou portátil, acessível e possibilitou carregar uma quantidade maior de músicas. O Spotify, por exemplo, é uma das formas mais populares de ouvir música na internet. Enquanto é feito 1 (um) download via iTunes, 64 músicas são ouvidas no Spotify.

Outra grande mudança de comportamento que ajuda a explicar o cenário decadente dos CD’s é que a venda de álbuns completos caiu 55% entre 1999 a 2009, enquanto a venda digital de faixas individuais saiu de 0 (zero) para 1,2 bilhões.

Na contramão dessa onda digital, os vinis são os únicos que se mantém firmes e fortes. Em 2011 a sua venda aumentou 39%. Tudo graças a sensação boa de nostalgia, qualidade de som e tangibilidade dos bolachões.

Por mais que o futuro pareça terrível para as vendas tradicionais da indústria musical, ainda há quem apoie e faça esforços para mantê-la viva. Quem viver, verá. #MetallicaChatiado

 

Veja a seguir o infográfico criado pela Total Bankruptcy sobre a revolução da música digital:

Adeus, lojas físicas de CDs!

 

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