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23/10/2012

Projeto Branding Snowman Labs

PontoCom

PontoCom @agenciapontocom

snowman-labs

Snowman Labs é um laboratório dedicado à experiências e criações de aplicativos para iOS e Android. A equipe possui enorme experiência com a criação de apps para smartphones e tablets, essencial para o desenvolvimento de um processo de criação único totalmente baseado em design e metodologias ágeis de desenvolvimento.

No time há cientistas, professores e artistas. Todos apaixonados por mobile e agindo juntos por um motivo que os faz querer fazer cada vez mais e melhor: diversão.

O resultado? Apps inovadores, eficientes, planejados e desenhados ao último pixel! Com filosofias de trabalho tão parecidas, é claro que era apenas uma questão de tempo para a Snowman Labs chamar a Pontocom, para que a gente traduzisse todo o conceito desses apaixonados por mobile no design do logotipo e identidade visual da empresa.

Nosso time de criação não só trabalhou duro, mas também se divertiu muito desenhando formas, combinando cores e pensando o conceito para chegar a uma peça que representasse tudo o que a Snowman é.

Chegamos a uma variação do lendário Homem das Neves, o Yeti, em linhas retas e detalhes arredondados que remetem ao formato dos dispositivos móveis como smartphones e tablets. As cores frias (literalmente!) em tons de azul e o branco transmitem a sensação do gelo e neve.

logosPensando ainda em reforçar o aspecto principal da marca, nós pensamos o logotipo desde o início para que um elemento dele, a cabeça do Yeti, pudesse ser “destacada” da peça completa, e se tornasse uma variação compacta na forma dos conhecidos ícones de aplicativos mobile.

snowman-icon

Para completar, além da papelaria, ainda desdobramos o conceito visual definido no logotipo também para o layout do site.

snowman-browser

snowman-labs-ipad

Acesse o site da Snowman Labs e saiba mais sobre eles!

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09/05/2012

Angry Birds: 1 BILHÃO de pássaros raivosos

Billy The Butcher

Billy The Butcher @billythebutcher

angry birds

Se você já anda se perguntando porque sua quantidade de amigos na ‘vida real’ está diminuindo drasticamente, na proporção inversa em que você sobe de nível no Angry Birds, saiba que você não está sozinho.

Peter Vesterbacka, da Rovio, companhia que produz os jogos dos passarinhos raivosos, anunciou hoje que a brincadeira bateu 1 bilhão de downloads, sendo que metade desse montante foi alcançado apenas nos últimos 6 meses.

A marca foi comemorada com um vídeo no maior estilo ~ morram de inveja ~ postado na conta da companhia no Youtube.

VIA: Curso de Especialistas em Mídias Digitais do Centro Europeu.

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07/05/2012

#mobileweb: Profecia polêmica dá ao Google e Facebook só mais uns anos de vida

Billy The Butcher

Billy The Butcher @billythebutcher

A coluna de Alexandre Matias no Link levantou um alarmante debate sobre o futuro mobile da web 3.0, baseada na profecia controversa do especialista em tecnologia da revista Forbes, Eric Jackson. Diz que, talvez, em cinco anos, grandes nomes digitais como Google e Facebook podem perder completamente a importância. Parece alarmista, mas a tese de Jackson tem embasamento.

Ele diz que o Google era um típico site da web 1.0, quando o mais importante era a organização da rede. Em sua infância nos anos 90, a web já era composta de milhares de sites – longe dos bilhões atuais – e seu público ainda tateava em suas primeiras navegações.

Era preciso que alguém facilitasse o rumo naquele primeiro momento – época em que todo site tinha uma seção de links recomendados, lembra? Foi a partir dessa necessidade que surgiram sites como o Yahoo (um diretório de sites) e a Amazon (que organizava as compras online). O Google foi o principal nome da última fase desta infância e resumia os anseios do cidadão digital oferecendo apenas um campo de busca. “O que você quer saber?”, parecia perguntar.

Veio em seguida a web 2.0, oferecendo ferramentas para as pessoas publicarem o que quisessem online, sem precisar saber nada de códigos ou linguagens de programação. Surgiram os blogs, os sites de hospedagem de vídeos e fotos, podcasts e outros megafones virtuais para ampliar o alcance do conteúdo produzido pelos usuários.

E quando todos se perguntavam quem poderia se interessar em assistir a um vídeo feito sem muito cuidado ou ver fotos feitas com celular, surgiram as redes sociais, que responderam à pergunta mostrando que os consumidores dos conteúdos gerados por pessoas comuns eram elas mesmas, em nichos. Foi nesse território que surgiu o segundo maior site da década , o Facebook.

Mas, do mesmo jeito que o Google patina para entrar na camada social dominada pelo Facebook, a rede social também pasta na hora de conseguir se transferir para a internet móvel. Todo aplicativo do site feito para funcionar em dispositivos portáteis ficam muito aquém da experiência em desktops ou laptops.

Segundo Jackson, eis o problema do Facebook. Do mesmo jeito que o Google não conseguiu – apesar de todas as tentativas – entrar na era da web 2.0, o Facebook também não conseguirá entrar na web 3.0, que, segundo ele, é a web em que os celulares e smartphones são os principais dispositivos de acesso.

VIA

Fonte: Curso de Especialistas em Mídias Digitais do Centro Europeu

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