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09/05/2012

Angry Birds: 1 BILHÃO de pássaros raivosos

Billy The Butcher

Billy The Butcher @billythebutcher

angry birds

Se você já anda se perguntando porque sua quantidade de amigos na ‘vida real’ está diminuindo drasticamente, na proporção inversa em que você sobe de nível no Angry Birds, saiba que você não está sozinho.

Peter Vesterbacka, da Rovio, companhia que produz os jogos dos passarinhos raivosos, anunciou hoje que a brincadeira bateu 1 bilhão de downloads, sendo que metade desse montante foi alcançado apenas nos últimos 6 meses.

A marca foi comemorada com um vídeo no maior estilo ~ morram de inveja ~ postado na conta da companhia no Youtube.

VIA: Curso de Especialistas em Mídias Digitais do Centro Europeu.

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07/05/2012

#mobileweb: Profecia polêmica dá ao Google e Facebook só mais uns anos de vida

Billy The Butcher

Billy The Butcher @billythebutcher

A coluna de Alexandre Matias no Link levantou um alarmante debate sobre o futuro mobile da web 3.0, baseada na profecia controversa do especialista em tecnologia da revista Forbes, Eric Jackson. Diz que, talvez, em cinco anos, grandes nomes digitais como Google e Facebook podem perder completamente a importância. Parece alarmista, mas a tese de Jackson tem embasamento.

Ele diz que o Google era um típico site da web 1.0, quando o mais importante era a organização da rede. Em sua infância nos anos 90, a web já era composta de milhares de sites – longe dos bilhões atuais – e seu público ainda tateava em suas primeiras navegações.

Era preciso que alguém facilitasse o rumo naquele primeiro momento – época em que todo site tinha uma seção de links recomendados, lembra? Foi a partir dessa necessidade que surgiram sites como o Yahoo (um diretório de sites) e a Amazon (que organizava as compras online). O Google foi o principal nome da última fase desta infância e resumia os anseios do cidadão digital oferecendo apenas um campo de busca. “O que você quer saber?”, parecia perguntar.

Veio em seguida a web 2.0, oferecendo ferramentas para as pessoas publicarem o que quisessem online, sem precisar saber nada de códigos ou linguagens de programação. Surgiram os blogs, os sites de hospedagem de vídeos e fotos, podcasts e outros megafones virtuais para ampliar o alcance do conteúdo produzido pelos usuários.

E quando todos se perguntavam quem poderia se interessar em assistir a um vídeo feito sem muito cuidado ou ver fotos feitas com celular, surgiram as redes sociais, que responderam à pergunta mostrando que os consumidores dos conteúdos gerados por pessoas comuns eram elas mesmas, em nichos. Foi nesse território que surgiu o segundo maior site da década , o Facebook.

Mas, do mesmo jeito que o Google patina para entrar na camada social dominada pelo Facebook, a rede social também pasta na hora de conseguir se transferir para a internet móvel. Todo aplicativo do site feito para funcionar em dispositivos portáteis ficam muito aquém da experiência em desktops ou laptops.

Segundo Jackson, eis o problema do Facebook. Do mesmo jeito que o Google não conseguiu – apesar de todas as tentativas – entrar na era da web 2.0, o Facebook também não conseguirá entrar na web 3.0, que, segundo ele, é a web em que os celulares e smartphones são os principais dispositivos de acesso.

VIA

Fonte: Curso de Especialistas em Mídias Digitais do Centro Europeu

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11/01/2012

E a vergonha alheia da combinação entre álcool e smartphone? #quemnunca

Billy The Butcher

Billy The Butcher @billythebutcher

Se beber um pouco menos em 2012 é sua resolução de ano novo, você terá que deixar seu smartphone um pouco de lado.

Um estudo recente do Centro de Controle de Doenças americano aponta que usuários de celulares e smarphones têm uma tendência bem maior a exagerar, e muito, na bebida. O estudo revelou que a maioria desses usuários (que usam os gadgets como os únicos dispositivos de comunicação, sem ter uma linha telefônica em casa), são em geral jovens do sexo masculino, entre 18 e 34 anos.

Aparentemente, beber álcool é um ato social e pode te fazer bem popular nas redes, além de ser responsável por produzir fotos hilárias para compartilhar com os amigos. Os aparelhos mobile são um impulso para isso e tornam tudo mais fácil e atraente, dizem os pesquisadores.

 

Sem dúvida a combinação de álcool e smartphones gera resultados que podem ser vistos depois do fim de semana nas postagens de seus contatos no mural do Facebook, e variam entre a vergonha alheia até o absolutamente bizarro. Sem contar a nova onda entre os adolescentes, o sexting.

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