16/05/2012
Gráfico de Conhecimento: Google apresenta ao mundo sua web semântica #skynetfeelings?
A web semântica de que tanto se falava nos últimos anos chegou. Aqui e agora.
Começando hoje, a gigante das buscas vai trabalhar de maneira muito mais inteligente, junto com você, para intuir o que você realmente quis dizer com a busca que acaba de fazer.
O Google prefere chamá-la de seu próprio termo, “Knowledge Graph” – O Gráfico de Conhecimento – e já está estabelecido nos EUA, e eventualmente, em todo o planeta.
Ao digitar no campo de busca o Google vai automaticamente deduzir opções relacionadas as palavras-chave (como o Wikipedia, mas on-time), e você escolhe a opção certa relacionada a sua busca, adicionada a informações precisas sobre as opções deduzidas, e não apenas links. Assim os resultados filtrados chegarão até nós de maneira muito mais rápida e acertada.
Isso tudo faz parte de um upgrade total no algoritmo de busca, que ao invés de trabalhar com reconhecimento de palavras-chave, agora vai compreender o que as palavras realmente querem dizer. Para isso o Google está construindo um banco de dados sobre o mundo que inclui informações assimiladas do Freebase, Wikipedia, Google Local, Google Maps e Google Shopping.
Entenda melhor assistindo ao vídeo:
Atualmente, o “Gráfico de Conhecimento” já assimila dados de 500 milhões de pessoas, lugares e assuntos, que por sua vez tem pelo menos 3,5 bilhões de atributos.
Espera-se que a busca do Google fique cada vez mais inteligente enquanto as pessoas a usam, a ponto dela saber exatamente aquilo que você está buscando. Assustador, não? Skynet Feelings.
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07/05/2012
#mobileweb: Profecia polêmica dá ao Google e Facebook só mais uns anos de vida
A coluna de Alexandre Matias no Link levantou um alarmante debate sobre o futuro mobile da web 3.0, baseada na profecia controversa do especialista em tecnologia da revista Forbes, Eric Jackson. Diz que, talvez, em cinco anos, grandes nomes digitais como Google e Facebook podem perder completamente a importância. Parece alarmista, mas a tese de Jackson tem embasamento.

Ele diz que o Google era um típico site da web 1.0, quando o mais importante era a organização da rede. Em sua infância nos anos 90, a web já era composta de milhares de sites – longe dos bilhões atuais – e seu público ainda tateava em suas primeiras navegações.
Era preciso que alguém facilitasse o rumo naquele primeiro momento – época em que todo site tinha uma seção de links recomendados, lembra? Foi a partir dessa necessidade que surgiram sites como o Yahoo (um diretório de sites) e a Amazon (que organizava as compras online). O Google foi o principal nome da última fase desta infância e resumia os anseios do cidadão digital oferecendo apenas um campo de busca. “O que você quer saber?”, parecia perguntar.

Veio em seguida a web 2.0, oferecendo ferramentas para as pessoas publicarem o que quisessem online, sem precisar saber nada de códigos ou linguagens de programação. Surgiram os blogs, os sites de hospedagem de vídeos e fotos, podcasts e outros megafones virtuais para ampliar o alcance do conteúdo produzido pelos usuários.
E quando todos se perguntavam quem poderia se interessar em assistir a um vídeo feito sem muito cuidado ou ver fotos feitas com celular, surgiram as redes sociais, que responderam à pergunta mostrando que os consumidores dos conteúdos gerados por pessoas comuns eram elas mesmas, em nichos. Foi nesse território que surgiu o segundo maior site da década , o Facebook.

Mas, do mesmo jeito que o Google patina para entrar na camada social dominada pelo Facebook, a rede social também pasta na hora de conseguir se transferir para a internet móvel. Todo aplicativo do site feito para funcionar em dispositivos portáteis ficam muito aquém da experiência em desktops ou laptops.
Segundo Jackson, eis o problema do Facebook. Do mesmo jeito que o Google não conseguiu – apesar de todas as tentativas – entrar na era da web 2.0, o Facebook também não conseguirá entrar na web 3.0, que, segundo ele, é a web em que os celulares e smartphones são os principais dispositivos de acesso.
Fonte: Curso de Especialistas em Mídias Digitais do Centro Europeu
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31/03/2012
Google e Nintendo lançam 8-bit Google Maps em forma de cartucho para NES

É isso mesmo que você viu. Um projeto oficial do Google em conjunto com a Nintendo vai lançar o primeiro cartucho para NES 8-bit em 18 anos, desde que a produção parou definitivamente em 1994, para se concentrar na geração seguinte.

Release
No Google Maps 8-bit você procura por lugares famosos ao redor do mundo e embarca em uma jornada com o Street View 8-bit. Evite locais perigosos e lute abrindo caminho em um mundo cheio de poderosos monstros e criaturas místicas.
Assista ao vídeo de demonstração abaixo:
Clique para navegar pela versão trial. Bem que poderia não ser mais uma das brincadeiras de 1º de Abril do Google…




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