Tendências do varejo. Ou você segue, ou corre atrás.

É isso mesmo, não tem como escapar. O que grandes players estão pensando, resolvendo, testando e fazendo, uma hora ou outra, bimba!, seu cliente ou você vão fazer também. Se ontem estava na fórmula 1, hoje está no seu carro. Se aparecer uma “Dark Cloud Cover” na sua análise gráfica de ações do mercado financeiro, abra o olho, elas vão cair. Tendências são assim. O que Walmart, American Express, Hershey, Nike, Google, eBay, Sephora e as John Lewis mundo a fora estão fazendo, acredite, é ajudar você. Eles estão passando por desafios que você ainda vai passar. Estão investindo muito tempo, talento e, na maioria das vezes, fortunas para alcançar os resultados desejados. O que você precisa fazer? Prestar atenção, e canalizar para o “seu mundo”, entendendo o seu mercado e os seus consumidores.

Longe de mim ser um “Ditador das Tendências”, mas o maior evento de varejo do mundo, o BigShow, realizado pela Federação Nacional de Varejo dos Estados Unidos, apresenta uma infinidade de cases, que eu espremi, espremi e espremi mais um pouco para separar 8 pontos legais, para você prestar atenção, acreditar, mudar ou seguir em 2016:

O consumidor quer ser a estrela todos os dias. É fato, ele precisa ser colocado em um pedestal em qualquer situação de compra. Isso sem falar na geração atual, que quer tudo para agora e já espera mais, seja em serviços ou vantagens.

A qualidade é o melhor plano de negócio. Isso eu não discuto. A voz do cliente continua sendo a melhor propaganda, e ela precisa falar sempre bem.

Evolução. As empresas não podem se acomodar e esperar que apenas a comunicação mude o jogo. É preciso evoluir o portfólio de produtos e serviços; evoluir o marketing; e evoluir o varejo.

Use os dados com inteligência. Está cada vez mais fácil, e primordial, coletar informações e formar leads qualificados. Então, não use os dados para medir o sucesso ou o fracasso de uma ação. Use os dados para saber o que o cliente realmente quer.

Internet de todas as coisas. Isso está crescendo desenfreadamente. Resumindo, são objetos interligados à internet. Não pense apenas naquela geladeira bacana que descobre que acabou o iogurte e já faz o pedido para o supermercado. Pense também que cada sapato de uma loja física pode estar interligado ao estoque, mostrando cores, tamanhos e tudo mais.

On-line = Off-line. Aqui não estou falando que loja física e loja virtual precisam ser a mesma coisa, vender os mesmos produtos ou ter a mesma comunicação visual. Até porque, isso é uma obrigação e já é assunto passado. Se a sua marca não pensa assim, alguma coisa está errada. Mas o que eu quero dizer é que estão trazendo a expertise da loja física para a loja virtual, e vice-versa. Hoje temos robôs auxiliando a venda em loja física, e sistemas mais pessoais ajudando na loja virtual.

Que língua você fala: a do canal ou a do consumidor? Não coloque o foco nos meios, coloque no fim. O consumidor é o centro das atenções. Parece óbvio, mas não pode ser esquecido: quem são móveis são os consumidores, não os celulares.

Comércio distribuído. A grande aposta da maioria dos varejistas. Imagine que o ponto de venda é onde o consumidor estiver, então a marca precisa estar em todo lugar a toda hora, para o cliente poder comprar a qualquer hora, em qualquer lugar.

Resumindo: acredito que, uma hora ou outra, um pouco deste texto irá fazer parte dos briefings que estarão em cima da sua mesa. Tendência é isso.

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