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	<title>Agência PontoCom - Comunicação Interativa &#187; Software Livre</title>
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	<description>Somos Interativos</description>
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		<title>15 anos do PHP</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 14:23:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[php]]></category>
		<category><![CDATA[Rasmus Lerdorf]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quinze anos, no dia 08 de junho de 1995, Rasmus Lerdorf lançava o PHP com um post para a comp.infosystems.www.authoring.cgi. Ele anunciou a versão 1.0 da sua &#8220;Personal Home Page Tools&#8221;, software que foi originalmente planejado para websites. Como Lerdorf disponibilizou as ferramentas em código-fonte aberto (originalmente sob o GPL, desde a versão 4.0 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Há quinze anos, no dia 08 de junho de 1995, Rasmus Lerdorf lançava o PHP com um post para a comp.infosystems.www.authoring.cgi. Ele anunciou a versão 1.0 da sua &#8220;Personal Home Page Tools&#8221;, software que foi originalmente planejado para websites. Como Lerdorf disponibilizou as ferramentas em código-fonte aberto (originalmente sob o GPL, desde a versão 4.0 sob a licença PHP) o software PHP, escrito em C, angariou grande audiência desde o inicio.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">O maior avanço do PHP veio com a chegada da versão 3.0, que foi lançada em 06 de junho de 1998. Com esta versão, o desenvolvimento PHP tornou-se a tarefa de não apenas um, mas vários desenvolvedores. Zeev Suraski e Andi Gutmans, os fundadores da Zend Technologies, tinham reescrito o código base para esta versão para torná-lo ainda mais rápido.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Resumindo toda a história, finalmente o desenvolvimento do PHP 6.0 é um assunto muito comentado nos últimos dois anos. A previsão é que ele ofereça suporte total a unicode, que permite até mesmo textos em outras línguas como o mandarim. No entanto, os desenvolvedores têm repetidamente se deparado com dificuldades, o que tem provocado várias discussões relacionadas com &#8220;remigrate&#8221; para a versão 5.3. Uma delas é sobre oque a versão 6 vai oferecer e se a versão unicode &#8220;será deixada em aberto pelos desenvolvedores.</div>
<p><a rel="attachment wp-att-737" href="http://agenciadeinternet.com/?attachment_id=737"><img class="aligncenter size-medium wp-image-737" title="php" src="http://www.agenciadeinternet.com/wp-content/uploads/2010/06/php-300x157.jpg" alt="php" width="300" height="157" /></a></p>
<p>Por ser uma de suas tecnologias base, a PontoCom acompanha de perto a  evolução da linguagem PHP, assim como de outras ferramentas de código aberto.  Seus desenvolvedores estão sempre atuantes no cenário opensource, participando de listas de discussão, fóruns e do desenvolvimento  destas ferramentas.</p>
<p>Há quinze anos, no dia 08 de junho de 1995, Rasmus Lerdorf escreveu um post anunciando a versão 1.0 do PHP, ainda na época definido como &#8220;Personal Home Page Tools&#8221;, e voltado somente para websites. Como foi disponibilizado em código-fonte aberto e escrito em C &#8211; uma linguagem popular, teve uma boa aceitação desde o início.</p>
<p>O maior avanço do PHP veio com a chegada da versão 3.0, que foi lançada em 06 de junho de 1998. Com esta versão o desenvolvimento da lingaugem tornou-se a tarefa de não apenas um, mas vários desenvolvedores. Zeev Suraski e Andi Gutmans, os fundadores da Zend Technologies, tinham reescrito o código base para esta versão a fim de torná-lo ainda mais rápido.</p>
<p>O desenvolvimento do PHP 6 tem sido um assunto muito comentado, e uma das principais evoluções é o oferecimento de suporte total a unicode, que permite até mesmo textos em outras línguas como o mandarim. A maior dificuldade continua sendo a migração de aplicações, e fazer com que softwares escritos nas versões atuais sejam compatíveis com as próximas versões.</p>
<p>Deixamos aqui o nosso agradecimento e admiração por todos os envolvidos no desenvolvimento desta linguagem, pois reconhecemos a grande importância dela para o mercado de tecnologia web.</p>
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		<title>Linux: Origens</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 13:55:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[sistema operacional]]></category>

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		<description><![CDATA[O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux,o finlandês Linus Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte que tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960. Mas isso fica a cargo da história. Linus Torvalds [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux,o finlandês Linus Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte que tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960. Mas isso fica a cargo da história.</p>
<p>Linus Torvalds ao desenvolver o Linux não tinha o objetivo de ganhar dinheiro, mas sim fazer um sistema que atendesse as suas necessidades. Foi adotado o estilo de desenvolvimento de ajuda coletiva, isso quer dizer, que ele coordenaria os esforços coletivos de um grupo para a melhoria do sistema criado por ele. Assim milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, com o intuito de fazer um sistema operacional mais livre.</p>
<p>Para entender um pouco melhor as origens desse sistema operacional, veja o vídeo abaixo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qvIUSIjZ4Ok&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/qvIUSIjZ4Ok&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>30% de leitores pagariam por conteúdo online</title>
		<link>http://agenciadeinternet.com/opiniao/30-de-leitores-pagariam-por-conteudo-online/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 18:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem diria!? Eu mesmo apostaria no máximo em uns 2%, mas aí está. Segundo a Nielsen, cerca de 1/3 dos entrevistados em 52 países afirmaram que, de fato, considerariam pagar para ter acesso aos sites dos principais jornais. Mas também há grande rejeição: cerca de 58% afirmaram ser contrários à medida. O assunto possui então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem diria!? Eu mesmo apostaria no máximo em uns 2%, mas aí está.</p>
<blockquote><p>Segundo a Nielsen, cerca de 1/3 dos entrevistados em 52 países afirmaram que, de fato, considerariam pagar para ter acesso aos sites dos principais jornais. Mas também há grande rejeição: cerca de 58% afirmaram ser contrários à medida.</p></blockquote>
<p>O assunto possui então alguns pólos. Ao mesmo tempo que muita gente não pagaria para ler coisas na web, outra grande parcela pagaria se considerasse o conteúdo apropriado, o que de certa forma é uma surpresa visto que cada vez mais temos mais e mais informação disponível gratuitamente sobre qualquer coisa pela internet.</p>
<p>Ontem mesmo dei uma resposta para um amigo meu que queria fazer curso de Linux: &#8220;Mas a documentação é de graça na internet!&#8221;. É&#8230; para quem acaba se envolvendo com software livre e adquirindo a cultura da comunidade fica meio difícil começar a pagar por informação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://br-linux.org/2010/30-de-leitores-pagariam-por-conteudo-online/">BR-Linux</a></p>
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		<title>Twitter pede água pro banco de dados</title>
		<link>http://agenciadeinternet.com/cases/twitter-pede-agua-pro-banco-de-dados/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 21:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Mas que Cassandra! Quantas twitadas você já deu? Mil? Duas mil? Dez mil? Bah&#8230; isso não é nada para um sistema de banco de dados parrudo processar em alguns segundos. Imaginem agora que o Twitter recebe cerca de 50 milhões de tweets por dia. Bom&#8230; aí o papo já muda. De fato, de aplicações web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mas que Cassandra! Quantas twitadas você já deu? Mil? Duas mil? Dez mil? Bah&#8230; isso não é nada para um sistema de banco de dados parrudo processar em alguns segundos.</p>
<p>Imaginem agora que o Twitter recebe cerca de 50 milhões de tweets por dia. Bom&#8230; aí o papo já muda.</p>
<p>De fato, de aplicações web ninguém tem dó, e é por isso que o Twitter está buscando novas tecnologias de armazenamento de dados e abandonando o MySQL, que é a mesma tecnologia usada para armazenar este post aqui.</p>
<p>O MySQL é ótimo, duvidado por muitos, mas ótimo. É rápido, eficiente, estável e compacto&#8230; só que sua escalabilidade (capacidade de crescer rapidamente utilizando múltiplos servidores, por exemplo) não é das melhores que já foram inventadas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-682 aligncenter" title="twitter_dead" src="http://www.agenciadeinternet.com/wp-content/uploads/2010/02/twitter_dead.jpg" alt="twitter_dead" width="425" height="340" /></p>
<p>Aí os caras do Facebook desenvolveram um negócio chamado Cassandra, que funciona em Java &#8211; que por sua vez é mais baixo nível, conversa melhor com o computador e por isso fica mais leve. Os caras do Twitter gostaram desta tecnologia e agora estão vendo de migrar tudo, o que vai dar um bocado de trabalho mas vai fazer a empresa crescer com mais conforto e economizar muito em infra-estrutura.</p>
<p>O Cassandra é NoSQL (não segue o padrão SQL de requisição), e faz parte de uma nova geração de bancos de dados que funcionam de maneira diferente e criados devido ao crescimento ignorante de armazenamento de dados que a web 2.0 exige.</p>
<p>Fonte: <a href="http://br-linux.org/2010/crescimento-faz-twitter-trocar-o-mysql-pelo-cassandra/">BR-Linux</a>.</p>
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		<title>Diferenças entre o Internet Explorer 6 e qualquer outro navegador normal</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 16:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta imagem mostra muito bem o dilema de qualquer diagramador de CSS: Pixels extras que surgem do além nas margens, ausência de transparência, falta de suporte à atributos básicos como margem mínima ou negativa&#8230; vixe maria! É duro&#8230; Mesmo que consideremos que ninguém mais usa IE6 &#8211; ou os tais dos 10% da internet &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta imagem mostra muito bem o dilema de qualquer diagramador de CSS:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.agenciadeinternet.com/wp-content/uploads/2010/02/4365152223_a026981156_b.jpg"><img class="size-full wp-image-680 aligncenter" title="4365152223_a026981156_b" src="http://www.agenciadeinternet.com/wp-content/uploads/2010/02/4365152223_a026981156_b.jpg" alt="4365152223_a026981156_b" width="614" height="313" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Pixels extras que surgem do além nas margens, ausência de transparência, falta de suporte à atributos básicos como margem mínima ou negativa&#8230; vixe maria! É duro&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Mesmo que consideremos que ninguém mais usa IE6 &#8211; ou os tais dos 10% da internet &#8211; temos essa horrível herança do Windows XP que aconteceu quando uma empresa negligenciou padrões abertos dos próprios criadores da web e deu um truque sujo no mercado, aproveitando a sua hegemonia para tentar cortar a concorrência.</p>
<p style="text-align: left;">Felizmente não foi o que aconteceu. Outros navegadores conseguiram se antepor e provar que vale a pena seguir os padrões. Com eles a navegação fica mais rápida, segura, simples e ética. Nada melhor que a prática para mostrar isso.</p>
<p style="text-align: left;">Daí não teve outro jeito, a tal empresa grandona e malvadona teve que adotar alguns &#8211; mas não todos &#8211; padrões para o Internet Explorer 7, o que já é &#8220;bonzinho&#8221;, mas ao nosso ver, ainda muito amador.</p>
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		<title>Internet Explorer deve ser facultativo na União Europeia</title>
		<link>http://agenciadeinternet.com/design/internet-explorer-deve-ser-facultativo-na-uiao-europeia/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 16:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo orientações jurídicas anti-monopólio na União Europeia, as versões do Windows deverão apresentar alternativas à utilização de navegadores ao invés de assumir somente que a navegação será feita pelo navegador padrão Internet Explorer. A imagem abaixo deverá ser implementada no Windows XP, Vista e 7, e aparecerá na primeira vez que o usuário tentar acessar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo orientações jurídicas anti-monopólio na União Europeia, as versões do Windows deverão apresentar alternativas à utilização de navegadores ao invés de assumir somente que a navegação será feita pelo navegador padrão Internet Explorer.</p>
<p>A imagem abaixo deverá ser implementada no Windows XP, Vista e 7, e aparecerá na primeira vez que o usuário tentar acessar a internet.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-668 aligncenter" src="http://www.agenciadeinternet.com/wp-content/uploads/2010/02/impartialmicrosoft.jpg" alt="" width="420" height="322" /></p>
<p>Nós, designers e programadores que gastamos nosso tempo ajustando layouts para o Internet Explorer, agradecemos a mudança e vemos aí um belo incentivo de adequação aos padrões, o que acaba tornando o mercado da web mais igualitário.</p>
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		<title>Twitter loves open source</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 13:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi lançada esta semana a página de projetos opensource do Twitter entitulada &#8220;Twitter loves opensource&#8221;. Eu não diria que o Twitter só ama, mas sim depende de software livre. Todas aquelas bibliotecas e otimização de banda para fazer com que mais de 100.000 pessoas possam visualizar um único tweet não é coisa trivial feita por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi lançada esta semana a <a href="http://twitter.com/about/opensource">página de projetos opensource</a> do Twitter entitulada &#8220;Twitter loves opensource&#8221;.</p>
<p>Eu não diria que o Twitter só ama, mas sim <strong>depende</strong> de software livre. Todas aquelas bibliotecas e otimização de banda para fazer com que mais de 100.000 pessoas possam visualizar um único tweet não é coisa trivial feita por qualquer equipe de desenvolvedores.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-664 aligncenter" title="Twitter-Customer-Service-Software" src="http://www.agenciadeinternet.com/wp-content/uploads/2010/02/Twitter-Customer-Service-Software.jpg" alt="Twitter-Customer-Service-Software" width="480" height="480" />E é esta a situação da web e muitos outros setores de TI hoje. Além de ser uma garantia quanto à segurança e contratação de desenvolvedores &#8211; pois é muito mais fácil encontrar desenvolvedores familiarizados com um projeto quando ele é livre &#8211; há uma implícita distribuição de horas entre as empresas, o que faz com que os projetos não saiam absolutamente caros para todo mundo.</p>
<p style="text-align: left;">Casos apresentados pelo Google, Mozilla, Twitter e tantos outros mostram a força do modelo e redesenham a web, abandonando aquela velha imagem retrógrada de sites quadrados acessados somente no Internet Explorer.</p>
]]></content:encoded>
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