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01/06/2010

Protesto contra o Facebook fracassa

luis

Facebook

Na semana passada, após uma série de falhas na segurança da plataforma, um grupo decidiu fazer um protesto que deveria balançar as estruturas do Facebook e, para isso, chamou pessoas do mundo todo a abandonar maciçamente o serviço. 31 de maio seria não apenas o Memorial Day (feriado nacional nos Estados Unidos), mas também o “Quit Facebook  Day” (dia de deixar o Facebook).

No meio de tanto barulho com os protestos, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg reconheceu que haviam cometido muitos erros, e anunciou mudanças para as opções de privacidade do site para outras “mais simples e fáceis de usar”.

Certamente a confissão pode ter deixado algumas pessoas meio inseguras quanto ao uso da rede. Mas a verdade é que o protesto foi um verdadeiro fracasso. Conforme mostrado no site do protesto apenas 32 mil pessoas aderiram ao protesto, o que representa 0,008% dos 400 milhões de usuários do Facebook no mundo.

“O Facebook dá opções de como gerir os seus dados, mas não são opções justas. A responsabilidade pela gestão destas opções está no indivíduo e o Facebook torna difícil de compreender ou lidar com elas. Pensamos também que o Facebook não tem muito respeito pelos dados das pessoas, especialmente pensando no futuro”, foram as palavras de um dos mentores do protesto.

Foram recomendadas como alternativa de uso em vez do Facebook uma combinação de serviços como e-mail, Flickr e Twitter e redes sociais como Akoha e Ning, consideradas mais seguras.

O sprotestantes também recomendaram o uso da nova rede social Diaspora, que está sendo criada. Esta será uma rede descentralizada, onde os computadores dos usuários podem se conectar diretamente um com o outro, sem necessidade de um servidor intermediário. Por ser uma rede aberta a Diaspora aparece como a rede alternativa que mais pode incomodar o Facebook.

Realmente o Facebook parece não agradar a todos, muito menos os Paquistaneses que também protestaram contra a rede após charges do profeta Maomé terem sido publicadas em um concurso através do site.

Fonte: Clarín.ar

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